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Comunicação corporativa orientada por dados: medir também faz parte da estratégia
Você deu largada na comunicação da sua empresa. Mas qual é o ponto de chegada? É a partir desse questionamento que qualquer estratégia deveria começar. Definir onde se quer chegar é o que orienta todo o restante: as escolhas, os canais, as mensagens e, principalmente, a forma de medir resultados. Parece óbvio, mas é aqui que muitos projetos não vão para frente. Na ausência de objetivos sublinhados, as ações até acontecem – posts são publicados, campanhas são lançadas, conteúdos são produzidos -, mas elas não se consolidam como estratégia. Sem direcionamento, qualquer métrica parece válida. E quando tudo pode ser […]

Você deu largada na comunicação da sua empresa. Mas qual é o ponto de chegada? É a partir desse questionamento que qualquer estratégia deveria começar.
Definir onde se quer chegar é o que orienta todo o restante: as escolhas, os canais, as mensagens e, principalmente, a forma de medir resultados.
Parece óbvio, mas é aqui que muitos projetos não vão para frente. Na ausência de objetivos sublinhados, as ações até acontecem – posts são publicados, campanhas são lançadas, conteúdos são produzidos -, mas elas não se consolidam como estratégia.
Sem direcionamento, qualquer métrica parece válida. E quando tudo pode ser considerado resultado, nada, de fato, é.
Métrica é sobre sentido
Os chamados KPIs (do inglês Key Performance Indicator, ou Indicador-Chave de Desempenho) tomaram conta das conversas sobre comunicação. Eles estão por toda parte nos relatórios, seja em apresentações comerciais ou reuniões internas.
Mas, no meio de tantos números, é importante pontuar que não existem métricas certas ou erradas. Existem métricas que fazem sentido ou não para a realidade de uma empresa.
Se o intuito é aumentar a visibilidade de um perfil no Instagram, por exemplo, faz sentido olhar para alcance, investimento e custo por resultado. Esses indicadores mostram, de fato, se a estratégia está ampliando a presença da marca.
Agora, focar apenas em curtidas nesse cenário pode gerar uma falsa sensação de sucesso. São números que chamam atenção, mas que não necessariamente indicam avanço em relação à meta definida.
Orientação por dados
Eles não encerram a análise: os dados precisam ser utilizados para guiar a tomada de decisão. Para que a comunicação corporativa não seja reativa, é necessário acompanhar, interpretar e agir a partir deles. Isso permite ajustar rotas, corrigir desvios e potencializar o que está funcionando.
Quando bem utilizados, os dados se tornam poderosas ferramentas de gestão, ajudando a entender o comportamento do público, avaliar a eficiência das atividades e direcionar os próximos passos com assertividade.
Ou seja, definição, execução e mensuração não podem acontecer de forma isolada porque fazem parte de um mesmo sistema. É esse alinhamento que transforma a comunicação de um conjunto de iniciativas soltas em um processo consistente.
Na Houz, os dados fazem parte desde o início da estratégia, garantindo que cada escolha esteja conectada a um objetivo claro.
Fale com o nosso time para entender como colocamos em prática estratégias que utilizam métricas para alcançar resultados e superar expectativas!